terça-feira, agosto 21

Não tenho sono.



É engraçado, no mínimo,olhar para trás e ver como tudo mudou, como tudo muda: a natureza dos nossos relacionamentos, a nossa caligrafia, o modo como encaramos o mundo.
O ser humano está destinado à constante mudança e a ter uma única certeza: nada é certo, nada é para sempre. Esta perspectiva algo dramática faz-nos, faz-me, reavaliar as minhas prioridades: o que ter mais em conta? o que ignorar?
Por vezes é imperativo reajustar os nossos valores, verificar o que realmente importa versus o que é acessório. Esta reavaliação vem, maioritariamente, de acontecimentos inesperados, que nos chocaram e, praticamente, obrigaram a reflexão.

O que me importa actualmente?
Amizade: seja dentro do seio familiar ou da família alargada;
Comunicação: sem esta nada temos, nada somos, nada compreendemos;
Mente aberta: não estou na posição de rejeitar nada só pela simples razão de não me querer expor ao desconhecido;
Espírito crítico: aspecto fundamental no desenvolvimento de todo o ser que se digne autoproclamar-se inteligente/capaz/independente.

Tendo isto dito, tudo o resto é acessório; virá, com certeza, como consequência dos pilares acima listados.

Estudo/Conhecimento? Consequência de: Mente aberta + espírito crítico + comunicação.
Amor/Relacionamento? Consequência de: Amizade + mente aberta + espírito crítico + comunicação.

A lista poderia continuar mas a resposta estaria sempre na conjugação de alguns ou todos os tópicos que "importam".

Sinto-me algo orgulhosa da minha lista de valores. Gosto de quem me tornei, de como vejo as coisas, de como encaro determinadas situações, de como sou capaz de analisar e interpretar a mesma ideia segundos diferentes perspectivas. Há, porém, algo que gostaria de melhorar: a minha capacidade de concluir este tipo de textos. Assim sendo,

Boa noite,
Melhores cumprimentos,
Beatriz.

21/0872012 - 01h12

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