sexta-feira, dezembro 2



When I am down and, oh my soul, so weary;
When troubles come and my heart burdened be;
Then, I am still and wait here in the silence,
Until you come and sit awhile with me.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up: To more than I can be.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up: To more than I can be.

There is no life - no life without its hunger;
Each restless heart beats so imperfectly;
But when you come and I am filled with wonder,
Sometimes, I think I glimpse eternity.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up: To more than I can be.

You raise me up, so I can stand on mountains;
You raise me up, to walk on stormy seas;
I am strong, when I am on your shoulders;
You raise me up: To more than I can be.

sábado, novembro 19

Quero dormir



Estas últimas semanas têm passado e eu sem dar por elas. Levanto cedo, deito tarde, e o resto do dia é história.
Mal chego a casa no fim de segunda-feira e quando dou por mim já é domingo outra vez.
Com uma média de 3h30 de sono por noite, fico abismada com a destreza inerente à minha capacidade motora (isto como quem diz: "como é que não ando aos tropeções a tudo o que se mete à minha frente?").
Tem sido um teste continuo à minha determinação e resistência, à minha força de vontade, e acima de tudo, à minha atitude. Espero estar à altura das minhas próprias expectativas. Não me ia dar bem com mais outra desilusão.

Bom isto tudo para dizer que tenho sono, nada do que estudo fica na cabeça e vou ter a minha primeira maior negativa de todo o sempre (simplesmente à disciplina com mais créditos). Coisa bonita.

Pausa terminada, vou voltar a enterrar a minha cabeça em pOH e Estruturas de Ressonância.

(notem que não sou eu a provocar a minha ausência, culpem antes a dedicação inerente à  necessidade de possuir mais e mais conhecimento)

quarta-feira, outubro 26

Default Answers


Tudo o que oiço são default answers. As pessoas perderam a capacidade de fundamentar o que dizem com algo que realmente acreditam. Tudo o que sai das suas bocas são frases feitas que, com tanto uso, já perderam o seu sentido, o seu cerne.
O que hoje em dia é dito com tanta vulgaridade foi outrora um símbolo de sabedoria:
"Não me julgues sem antes teres estado nos meus sapatos."
"És o meu orgulho."
"Há quem não saiba quando calar."
"A palavra é prata, o silêncio é ouro."
"O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute."
Vai por mim que sou ourives: se ouvires alguém a dizer alguma coisa minimamente semelhante, pede-lhe para explicar porque é que está a dizer aquilo, como é que se enquadra no seu dia, o que é que aquilo significa para ele. Depois espanta-te por não obteres resposta a nada.


O grande problema de hoje em dia é as pessoas tentarem ao extremo mostrarem-se superiores, mais sábias e vividas que os outros. No meio de tanta tentativa de mostrar, esquecem-se de fazer. E sem viver, sem reflectir, não receberão a sapiência que vem associada à experiência; não crescem em conceito, ou seja, não evoluem o raciocínio, não abrem a mente nem despertam a descoberta. Simplesmente limitam-se a seguir os outros. A individualidade (aquela coisa que mostra quem és, o quão único és) ficou perdida algures entre o medo de se afirmar e o receio de errar. Para evitar qualquer cabeçada na parede, desistiram de explorar o mundo que está entre os ossos frontal, parietal, occipital e temporal - o seu próprio mundo.
Nele encontram-se os nossos valores. Não os incutidos diariamente, mas a nossa avaliação deles. Lá dentro encontram-se histórias fantásticas e conclusões fascinantes. Estão guardadas as análises mais detalhadas do dia-a-dia, as deduções que de uma situação retiramos e guardamos tão nossas como o sangue que em nós corre.
Nada substituí a tua opinião, a tua vera opinião. A ideia da Joaquina não é a tua, os gostos do José não são os teus, a maneira de ver as coisas da Francisca não é a tua e, principalmente, o raciocínio dos outros não é o teu! E o teu é tão bonito. É tão interessante, tão fascinante, tão complexo e cheio de entrelinhas, tão cheio de pedacinhos de ti!

Não te deixes desaparecer, de fazer de ti um cliché completo. Diz, faz. Mas di-lo e fá-lo porque queres e sentes. Não porque vês ser dito e feito.

sábado, outubro 22

Fé, Amor e Esperança

Esquerda: No centro, tia Maria Messaros
Direita: avô Jan Szwarc

É assim que tenciono sobreviver à faculdade.
Com fé em mim, nas minhas capacidades, amor pelo que faço e esperança de que um dia consiga ser como eles. Quero que eles sintam orgulho em mim, quero ser capaz de dar continuidade à linhagem de químicos nesta família, quero honrar a visão que esta minha tia maravilhosa tem de mim e quero também honrar a memória do meu avô, o melhor homem (quer dizer, está empatado com o pai) que alguma vez pisou a Terra. 
Não quero ser boa, quero ser extraordinária.
Hopefully, o nome Szwarc vai ser proferido nos quatro cantos do mundo com respeito e admiração.

quarta-feira, outubro 19

Acho uma piada às pessoas que gastam dinheiro para adquirirem educação, mas educação da boa, como lhe chamam, aquela lá de fora dos estrangeiros, mas que passam os dias a tirar fotografias qual sessão fotográfica.

Tosse


Acho piada à tosse.
Mentira, digo mal. Acho piada às pessoas que tossem.
Nem todas precisam de facto de tossir. Há quem tussa só porque ouviu outro tossir.
Isto pode ser observado principalmente em espaços fechados, com pessoas estranhas entre si. Basta o primeiro tossir, que daí a pouco outro tosse e assim sucessivamente.
Porquê? É a ideia de contágio que temos inerente a nós mesmos. Ouvimos tossir, pensamos logo nos germes que daquela boca saem para o ar limitado que temos à nossa disposição, imaginamos os ditos bicharocos a sobrevoarem pelo espaço onde nos encontramos até nos atingirem.
E aí tossimos.

Quem fala de tosse, fala do que quiser.
Tudo pertencente ao ser humano, ou à vida, se quisermos, é contagioso: ideias, maldade, felicidade, doença, euforia, moda, sono, droga, etc etc etc.

O que me faz pensar: quão limitados e dependentes nós somos.
Por muito que queiramos contrariar, somos levados por essa corrente que alguém começou mas deixou em aberto para outro fechar. O problema é mesmo achar esse outro que saiba como fechar tal ciclo vicioso.

domingo, outubro 9



Tanto para dizer e tão pouco tempo para falar.
Estou a aprender a gerir o tempo. Estou a aprender o que fazer e o que deixar passar. Estou a aprender como as coisas realmente funcionam. Estou a aprender o significado de responsabilidade. Estou a aprender o significado de autonomia. Estou a aprender o significado de livre-arbitrio. Estou a aprender o significado de amor. Estou a aprender a conviver. Estou a aprender a manter a distância.
Estou a começar a ver tudo, tudo, com novas cores. Talvez por ora um pouco sombrias, mas com o tempo o inesperado passa, infelizmente, ao comum, e deixamos de nos espantar com a quantidade de  maldade doentia que se pode encontrar ao virar da esquina.

segunda-feira, setembro 19

Eh Caloirada!


Tenho de imortalizar este dia, 19/09/2011.

Sou, oficialmente, caloira na FCUL, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, do curso de Bioquímica.
Hoje foram as inscrições, processo bastante complexo, e quarta começam as míticas praxes! Aparentemente este ano vai ser um ano exemplar para as praxes dado que a tão aclamada disputa entre ISCTE e FCUL se vai dar.. Quem disputa? Veteranos. Qual o arsenal que dispõem? Caloiros.

VIda de Universitária, here I come! :D

Da desilusão


Há quem não tenha a mínima noção do poder das palavras. E por ser quem são, até dói mais.
Fico fula, triste, irada, fora de mim, e até um pouco envergonhada por eles.
Ultrapassa-me a falta de tacto, a incapacidade de atenção, de sensibilidade. É demais.

Para a idade que tens, já devias saber o que dizer e o que manter para ti, ficando envergonhado de tal pensamento ter, sequer, sido criado.

Não digo mais nada, já falei demais. Para bom entendedor, meia palavra basta, mas tendo em conta que de bom entendedor nada tens, ficou mais explícito.

sexta-feira, setembro 16

Dos Peixes Mordedores


Estes têm sido os melhores dias de todo o Verão! Dias ou tardes inteiras na companhia de quem nos faz realmente falta é as good as it gets.
Só tenho que agradecer pelas pessoas que fazem parte da minha vida.
Tenho uma sorte que nem me passa. Eu tenho uma noção da sorte que tenho, da magnitude dela. Dá a volta à estratosfera.
Tenho quem me apoia diariamente, quem me aconselha, quem me ouve, quem me orienta, que me fortalece, quem me desafia, quem me agoniza, quem me tira do sério e quem me acompanha.
Tenho os melhores do mundo, e por tudo o que fazem por mim, seja esse tudo traduzido por uma tarde bem passada ou uma história repleta de aventuras, obrigada. Obrigada mesmo. Se não tivesse um de vocês comigo, eu não seria, de certeza, quem sou hoje.

What I've got is gold.

quarta-feira, setembro 7

How do you want to fill your maze?


Quando alguém te disser "Tens tanto potencial", não aceites enquanto elogio; recebe a crítica.
Só se usa a palavra potencial quando se vê alguém com uma chama ardente por dentro e com cinzas cá fora, quando se sabe existir um génio dentro de uma carapaça tímida, quando se sente a mudança em quem segue a maioria.
Se te disserem que tens potencial, fica envergonhado.
Se ficares envergonhado, desenvergonha-te e luta contra o que te está a atrasar, contra o que te define enquanto potencial. E mostra-te capaz. Acorda.


*Bea


(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)


segunda-feira, setembro 5

4 níveis do saber



Não sei que não sei

Nunca antes fomos deparados com tal questão, realidade, acontecimento, pelo que não sabemos da sua existência, bem como não sabemos como lidar com tal questão, realidade ou acontecimento.
(ex.: atar os sapatos. Eu nem sabia o que eram sapatos, quanto mais para que serviam aqueles cordões!)

Sei que não sei

Chega o dia em que a questão, realidade, acontecimento aparece à nossa frente e em nós percorre o frio que nos diz "oh bolas, e agora?". Já conhecemos o problema, não sabemos ainda a solução.
(Ah! Os sapatos é aquela coisa que fica nos pés.. Então e agora?)

Sei que sei

Precisamos então de ajuda de quem sabe solucionar o problema. Esse alguém ensina-nos, passo a passo, e nós memorizamos a sequência. Sempre que nos depararmos com a questão, realidade, acontecimento, vamos parar, pensar, lembrar e fazer.
(Hmm, então cruzo os cordões, passo um por baixo do outro, faço dois laços e dou uma volta)

Não sei que sei


Interiorizamos tão profundamente o ensinamento que passa a fazer parte de nós. Vem automaticamente, sem termos de pensar, sem nos apercebermos do que estamos a fazer).
(Enfia o pé no sapato, faz umas coisas com os atacadores enquanto vê as notícias e bebe o resto do café)

Eu agora estou entre a segunda e a terceira fase, o que se torna um pouco frustrante. Há coisas que sei como fazer, como indicar ou onde encontrar, mas tenho de parar para pensar antes, como também há coisas que preciso de alguém ao meu lado a me ensinar, e receio que esta necessidade, embora natural, esteja a ser traduzida por quem me ajuda como um fardo. Quero ser boa em pouco tempo, mas não me está a parecer muito exequível.
A ver vamos como isto corre.

*Bea


(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

quarta-feira, agosto 31

PIMBA

Afinal nem foi preciso o 3/3!
Fui hoje mesmo contratada como Vendedora da secção de Fitness da Decathlon Montijo.
Agora já sabem, quem quiser calções, t-shirts, pesos, passadeiras, halteres, bicicletas de ginásio é falar comigo! :D

Bastantemente realizada,

*Bea

2/3

Segunda entrevista done, nicely done.
Falta a terceira, a finalíssima terceira!

segunda-feira, agosto 29

You are the moonlight of my life every night





I text a postcard, sent to you
Did it go through?
Sending all my love to you
You are the moonlight of my life every night
Giving all my love to you
My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
I'm sending all my love to you

With every breath that I am worth
Here on Earth
I'm sending all my love to you
So if you dare to second guess
You can rest assured
That all my love's for you

My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
I'm sending all my love to you

My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
Did I ever make it through?

domingo, agosto 28

Deadgirl (2008)



Pior filme de sempre.
Deadgirl devia enquadrar-se na categoria de Terror, mas a mim cheira-me a Nojo.

A história retrata dois rapazes adolescentes revoltados com o mundo que eles conhecem, incapazes de se adaptar à hierarquia que se impõe no liceu. Um dia baldam-se às aulas e vão passar o dia num manicómio abandonado. Lá dentro, na cave, descobrem uma mulher que não morre presa numa maca com amarras e correntes. E é aqui que a parte de nojo entra. Ela está porca e imunda devido aos anos que deve estar ali presa sem tomar banho e à inevitável passagem do tempo - ela estava a apodrecer. Um dos rapazes não se deixa impressionar com o que vê e resolve aproveitar-se da condição da rapariga para afogar as suas mágoas. Como? Sexo. Não só para ele como para vários dos seus amigos. Usam a rapariga presa para descontar toda a sua frustração sexual. Entretanto a rapariga dos sonhos do outro descobre o que estão a fazer, mas é mordida pela zombie e transforma-se também ela numa imortal.No fim, o rapaz que tentou salvar a zombie é o único que sobrevive. Como a rapariga dos seus sonhos recusou o seu amor, ele vinga-se nela da mesma forma que os outros faziam com a zombie.

Este filme é péssimo. Desaconselho vivamente.
A única coisa mais interessante nele é como ilustra a verdadeira natureza de alguns quando as regras da moral e da ética não se aplicam. Ali estavam no seu próprio espaço. Libertos de entidades de autoridade, de restrições, de "poder" ou de "dever" fazer algo. Ninguém sabia o que faziam ou o que acontecia. Quem sabia não ia contar, por isso podiam gerar todo um universo sem as leis a que estavam sujeitos no dia-a-dia.
A moral e a ética por alguma razão existem e por alguma razão regem a nossa actividade social. Devemos respeitar todos à nossa volta, mortos-vivos ou não.

Completamente enojada,

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)


sábado, agosto 27

quarta-feira, agosto 24

Das tardes bem passadas


Não é preciso muito:

Com um bom livro para matar as horas mortas da viagem, um ganho a segurar o cabelo e de vestido de Verão apanha-se o barco e o comboio.
Chega-se ao destino com a nossa companhia para a tarde à espera à saída do comboio com um sorriso na cara e fones nos ouvidos.
Anda-se pelas ruas completamente perdidos.
Inventa-se histórias acerca de castelos assombrados à beira-mar.
Vai-se visitar tais castelos e encontra-se um cantinho sossegado numa praia pacata.
Vê-se o sol no seu auge e vê-se o sol a aterrar.

Com sol qb, vento a cortar o calor e nuvens a providenciar sombra, as horas passam sem serem notadas.
Na realidade, as condições não importavam. O que dita uma boa tarde é a companhia. As gargalhadas e as conversas non-sense (para quem não estava dentro do assunto) são o resultado da boa interacção.

Without a care in the world. Já fazia falta um tempinho assim, completamente aleatório, sem falar do normal nem do ordinário. Sabe bem reencontrar quem há muito não vemos nem falamos. Eles não sabem dos nossos problemas ou do que se está a passar e que nos incomoda, por isso não falam nem nos lembram disso. Fala-se de tudo e de nada, de coisas sem importância alguma, mas que trazem uma felicidade indescritível. Pode-se contar tudo que eles não julgam nem sentem pena. Apenas ouvem e riem. Levanta-nos o espírito.

De espírito levantado,

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

domingo, agosto 21

The Rise of the Planet of the Apes


CONTÉM SPOILERS.

Este foi, de longe, o melhor filme alguma vez feito. Arrepiou-me incessantemente. Tinha pausas nos momentos certos que permitiam a reflexão. 
Não só excelente no que toca a efeitos especiais, como pertinente tendo em conta que estamos na era da investigação científica. Há que saber os limites. Há que reconhecer que o código de ética existe por uma razão. 


A brutalidade inerente a alguém é poderosa [associação à cena em que Cesar se tenta integrar entre os outros macacos].
Desde o primórdio dos tempos que somos guiados pela força bruta. Era como conseguíamos alimento e nos mantínhamos seguros. Forma de nos mostrar superior, de nos rotular capazes de fornecer segurança e manter a ordem entre os nossos pares. Ainda hoje, inconscientemente, damos por nós a tentar estabilizar arrufos mostrando-nos mais fortes ou entrando em lutas de modo a mostrar "quem manda ali".
Se não for controlada iremos acabar por nos encontrar num rota contrária à pretendida: o objectivo é avançar, mas utilizando métodos primitivos acabaremos por regredir.
No filme somos deparados com esta realidade. O macaco-mor ali do centro de controlo de primatas mostra-se superior a Cesar lutando contra ele assim que ele lá chega. Quem é novo, estranho a um lugar nosso é considerado ameaça. Tentamos eliminar a ameaça.


O rancor por detrás de cada acção é corrosivo [associação à cena em que Koba decide não ajudar Jacobs].
Seres sociais, vemo-nos várias vezes confrontados por situações que nos desiludem. Ficamos desiludidos de tal forma que guardamos rancor, rancor esse que é o veneno que corrói a pessoa que o carrega. Perdemos o discernimento e procuramos vingança acima de tudo. Não nos damos por satisfeitos com uma vingança fria, queremos dor, sofrimento. Somos seres vis, ainda sem grande controlo sobre as emoções; por vezes perdemos para o irracional.
Brilhantemente ilustrado no filme, o rancor é notório na pausa que Koba faz antes de rejeitar o pedido de ajuda que Jacobs tanto implora. O macaco utilizou todo o sofrimento que lhe fora causado por tantos outros investigadores no passado e descontou tudo no último que se aproveitou dele. Não só não deu a mão a Jacobs, como também empurrou o helicóptero, entregando o investigador à morte certa.


A inteligência molda os instintos primitivos, comandando tudo.
A "inteligência" nada mais é que a capacidade de cada um organizar e controlar emoções primárias. A inteligência passa por impor limites ao que nos move, reconhecer o bastante e cessar fogo assim que atingirmos objectivos. Impulsos, estímulos todos nós temos: recordações do passado, provocações do presente, desafios do futuro. O que distingue cada um de nós é a nossa capacidade de lidar com toda essa força que sentimos pulsar nas veias.
Rupert Wyatt deu vida a uma enorme lição de vida: já no fim, Cesar inicia a sua fuga. Planeia cuidadosamente cada passo. Lidera todos os outros macacos de modo a serem seus aliados. Ensina-lhes tudo o que sabe. Inicia a fuga. Ao encontrar obstáculos pelo caminho, destrói-os. Os humanos tentam travá-lo. Os seus companheiros têm o impulso de matar quem se opõe a eles. Mas Cesar impede-os. Embora inteligentes, conscientes de um saber imenso, falta-lhes sensibilidade e valores. Não obstante, Cesar cresceu rodeado de afecto e sabe distinguir o bem do mal. Não causou mais destruição do que a necessária de modo a atingir o seu fim.
Cesar é a personificação da inteligência. Tinha limites, auto-controlo. Motivado pelo rancor, dotado de uma força física imensa, capaz de uma destruição em massa, poupou vidas e o planeta.


A incúria de um é a sentença de milhões.
O desleixo de uma só pessoa pode causar um desastre massivo. Neste caso, o facto de Franklin não utilizar máscara e ter sido contaminado com a substância, levou à contaminação mundial. Pouco a pouco foi sendo espalhada e cobriu os continentes e oceanos. Embora seja um caso exagerado, serve de lição para demasiadas coisas no nosso quotidiano que fazemos com menos cuidado ou atenção.


Será a alma exclusiva?
O filme trouxe-me ainda a questão que paira sempre por aí.
Alma. Temos? O que é?
No filme somos deparados com o Cesar a fechar os olhos de Buck quando este morre. "De acordo com a tradição mística judaica, a pessoa quando morre encontra-se com o Criador. E seria indecoroso contemplar a Presença Divina ao mesmo tempo em que se observa as coisas mundanas. Fechando os olhos do falecido para o mundo físico, permitimos que ele os abra para a paz do mundo espiritual."
Será a alma algo idealizado por nós, pela consciência? Ou estará a alma codificada por genes? Se, no futuro, vier-se a descobrir tal droga, será ela capaz de fornecer valores, consciência? Ou será que animais também têm tais elementos em si e nós é que não o vemos?
Se virmos bem, o Cesar foi o único que realizou tal ritual. Isto porque foi criado com humanos. Aprendeu valores dos humanos. Talvez tenha sido apenas uma demonstração do que aprendeu. Mas sabe-me a mais. Só não sei é a que mais me sabe. Fica a questão em aberto...


A inteligência é a nossa mais poderosa arma. É vantajoso crescer num meio que nos direccione para e nos ensine o bem. A partir daí temos de ser líderes de nós mesmos, sabendo quando parar e quando insistir. As coisas acontecerão como quisermos, quando quisermos e porque quisemos que assim acontecesse. With great power comes great responsibility. And I rest my case.



*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)



sexta-feira, agosto 19

Propósito

Quão patético é o ser humano.
Qual o nosso propósito?
Temos consciência, livre-arbítrio, liberdade, tempo, vontade, capacidade. O que nos impede?
Porque é que, dia após dia, há quem se sujeite a trabalhar horas a fio e ver tão pouca recompensa?
Fomos feitos para isto? Temos anos e anos de educação, "treino", para nos enfiarmos num cubículo?
Estaremos condenados a nascer, viver morrer? Estaremos condenados à rotina? Será que fomos postos neste mundo para vivermos um quotidiano calmo, certo, organizado, estruturado?

Não estaremos antes destinados a aproveitar?
Qual a maior alegria de sempre?
O que te faz brilhar por dentro? O que te faz sentir especial?
Amor.

Para encontrar amor, temos de procurar.
Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba. Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba. Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba.  Visto por fora, tudos isto parece muito, como dizer?, patético, tendo em conta que a maior parte dos relacionamentos que iniciamos vão acabar rapidamente.
Mas continuamos a fazê-lo. Porque nos aquece a alma. Porque nos faz sentido. A nossa existência passa a fazer sentido.

Mas não será isto colocar a meta muito em baixo?
Qual o maior reconhecimento de sempre?
O que te realiza? O que te faz sentir especial?
Conhecimento.

Sendo nós, até agora, a raça mais avançada do planeta, com todas as poderosas ferramentas a nossas mãos, temos o dever de avançar em investigação, saciar o desejo de nova informação.
Somos seres curiosos, insatisfeitos por natureza. Temos a ambição de saber sempre mais. Temos o direito e o dever de descobrir todas as maravilhas que nos são oferecidas e que não utilizamos, talvez por desconhecimento, talvez por esquecimento.

Arrisco-me a dizer que estamos destinados a desvendar os mistérios que nos rodeiam. Para isso temos de desligar de muita coisa que tomamos como certas, como verdades irrefutáveis, e temos de começar a questionar tudo.

Todos temos emoções, desejos, crenças.
A vida é isso mesmo. Ampliar as emoções, Alimentar os desejos e Honrar as crenças.
Temos tudo a nosso dispôr.
Somos donos do Mundo se, e muita atenção ao se, soubermos partilhar.

Nunca esqueçamos que não estamos aqui sozinhos. Existe mais gente à nossa volta. O Mundo é NOSSO, não meu, nosso.



*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

quinta-feira, agosto 18

Pessoa? Pessoa.



Uma pessoa, alguém, não importa quem, é o que vemos e não vemos. É matéria e é essência. É alma e é vida. Gorda, magra, bonita, feia são palavras que não a descrevem. Não há palavras que a descrevam. Porque a pessoa é pessoa. Misto de tudo e de nada, de certezas e confusões, de alegrias e mágoas. 
A pessoa é. Simplesmente é. 
Existe. É complexa a todos os níveis. 
Nunca chegamos a conhecê-la. 
Na verdade, nunca chegamos a conhecer-nos.
Não por falta de tempo. Temos tempo. Temos muito tempo para o fazer. Só não sabemos organizá-lo. Concentramo-lo no que é acessório e apressamos o que é essencial. 

Temos de aprender a desaprender. 
Temos de reorganizar as coisas à nossa maneira. 
Afinal, quem vive a tua vida? Tu ou "regras"? Elas orientam-te, mas não te ditam o caminho. Tu é o que o constróis.

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

segunda-feira, agosto 8

Serra de Sintra


Quantos segredos estão por lá guardados.. A Serra tem o místico poder de trazer para fora o eu mais verdadeiro de cada um de nós. Deve ser do verde. Deve ser do isolamento. Deve ser de nos afastarmos de tudo o que é rotina, de tudo o que acontece diariamente. Deve ser de, por pouco tempo que seja, termos tempo para nós. Para nos descobrirmos. Não só em termos de resistência física, mas também de como somos capazes de resolver conflitos pessoais, de como estamos connosco mesmos. Na Serra temos tempo para o silêncio e auto-descoberta. Como nos sentimos quando estamos sozinhos com os nossos pensamentos? Em que pensamos sem um telemóvel sempre a vibrar?
Neste mesmo registo, hoje vi uma nova faceta de quem me é muito querido. Sabia que se amavam. Aliás, sei que se amam. Mas nunca vi grandes demonstrações de afecto, pelo menos à minha frente, pelo que cada e qualquer momento se torna delicioso e especial.
Hoje, na Serra de Sintra, mais precisamente no Castelo dos Mouros, ia o avô lá para a frente a desbravar mato nunca antes navegado e eu mais a avó cá atrás a lutar contra a perna cansada, que já tantos anos andou sem nunca reclamar, e agora começava a sentir os efeitos da subida. Larguei a mão da avó por breves instantes para mostrar à minha acompanhante algo que tinha avistado no horizonte, e eis que volto a olhar para o avô. À minha frente vejo-os aos dois, avô e avó de mão dada a avançar naqueles trilhos sinuosos, um a ajudar, outro a estimar a ajuda.
São estes pequenos tesourinhos que ficam gravados na memória.
Avó e Avô, ano após ano, amor sem fim. É de os ver e de os ter como exemplo que sei que o Amor não é algo fictício, algo que inventamos para nos sentirmos num conto de fadas. O conto de fadas é possível, ele existe. Ele ou ela, depende de quem lê, está por aí.
Para eles bastou um bailarico da aldeia para se encontrarem e saberem que pertencem juntos. O Amor está aí ao virar da esquina. Larga o passado e abre a mente para o futuro.
Eu tenho mesmo a meu lado a prova viva de que nada é impossível, tudo tem um final feliz.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

terça-feira, agosto 2

Look left. Look right. Now decide.


O passado é reconfortante.
É um desafio já ultrapassado.
É uma zona de conforto.
É seguro.

 Lutámos e desbravámos mil mundos para atingir um certo objectivo, mas chegámos lá. Chegámos e gostámos do que lá encontramos. Devido a infortúnios, ou ao puro Fado, tivemos de deixar essa sensação agradável de termos uma rede de segurança debaixo de nós e fomos obrigados a partir novamente à aventura no desconhecido. Vimo-nos de novo inseguros, no escuro, sem certezas, sem saber o que se aproximava.
O nosso sentido de sobrevivência diz-nos para sairmos dessa insegurança, desse perigo e voltarmos para o que é conhecido, para o que sabemos ser certo e seguro.
Muitas vezes é o que fazemos. Voltamos para a nossa concha e lá ficamos escondidos do Mundo.
Mas lá escondidos, somos invisíveis. Não temos a capacidade de desenhar o nosso futuro. Escolhemos estagnar.

Eu não quero estagnar. Por muito que o Passado me pareça simpático, confortável e seguro, vou continuar a desbravar esta selva, perdida, assustada, com esperança de encontrar.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

Das pessoas sem noção


É engraçado como há quem tenha de pisar publicamente os outros para se sentir bem.
É engraçado como isto as faz sentir superiores, melhores.

Pois para mim, superior e melhor é a pessoa que não responde sequer às provocações. Quem olha a atacante nos olhos enquanto ela grita e diz trinta por uma linha, acena como se concordasse e quando a gritaria acaba simplesmente olha para o lado e continua a fazer o que estava a fazer antes da cena.

Isso sim mostra valores, isso sim mostra que se é superior. Porque quem precisa de bradar aos sete ventos mentiras acerca de outrem não merece sequer o esforço. Não merece que tentemos explicar. Não merece o fôlego que perderíamos.

Quem nos tenta rebaixar está a tentar (numa tentativa já à partida falhada) superar-nos. Não é trazendo a meta para baixo que vais chegar lá mais cedo. Só vais atingir e ultrapassar a fasquía que eu lá pus com afinco.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

sexta-feira, julho 29

It's time


He is going to be just fine, and so will I.
It's time for something new, something fresh.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

a fresh start


É mesmo disto que preciso. Fechar o passado a sete chaves e abrir a janela para entrar o brisa do fresco verdejante do Futuro.
Engraçado como disse quase a mesma coisa há pouco tempo atrás. O meu passado de hoje era o futuro que tanto ansiava. Mas a vida é assim, vivendo, ultrapassando, vivendo, enterrando, vivendo, guardando.

OLÁ VERÃO! I've been waiting for you! Espero que me tragas boas novas :)


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

quinta-feira, julho 28



Sim, isto é muito giro.
Sim, é bom recordar o quão bom outrora fomos.
Mas não, a glória passada não vai pagar as dívidas de hoje em dia.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

quarta-feira, julho 27

domingo, julho 24

Das palavras e dos que ficam para trás

Nós temos um poder. O poder da comunicação, da linguagem, do uso adequado de conceitos.
Mas, como em tudo, o que é exagerado é, enfim, demais.
Quando se utilizam palavras over and over again, elas acabam por perder a sua preciosidade, aquilo que as tornava especiais.
Actualmente vemos a palavra "amor" e o verbo "amar" nas conversações como vemos papéis amachucados no lixo. Outrora estas eram palavras que só se diziam a uma e uma única pessoa. Hoje em dia até o gato leva um "amo-te" quando mija no tapete!
Ainda a título de exemplo temos os termos: orgulho, cumplicidade, saudade, ódio, humildade. São palavras usadas com uma frequência estonteante em ocasiões impróprias.
Será então também complicado acreditar em alguém que diga "eu esforcei-me ao máximo, dei o meu melhor, não havia mais nada a fazer" pois cada vez mais estas palavras são o bote escapatório para quem devia ter dado o tudo por tudo mas que resolveu procrastinar. Dizem-nas para que os outros acreditem em si, mas, talvez, para tentarem também convencerem-se a eles próprios. Porém, ao fazê-lo, removem toda a credibilidade a quem o diz de verdade.

Tudo isto para dizer: acreditem quando o digo, estou a esforçar-me mesmo muito. Há pessoas à minha volta que, graças a este nervoso todo, estão a sair terrivelmente magoadas. O meu humor não é o melhor, sinto constantemente que estou à beira do abismo, e a minha paciência para tudo o que não sejam livros é reduzida. Quem menos merece está a sofrer mais. Alguns devem ter ouvido tanto que desistiram,e agora chagámos a um ponto em que nada é remediável.
Ainda assim, e talvez é o que me está a causar tanto disturbio por dentro, parece-me que tudo está a ser em vão. Estou a estudar como nunca antes, estou concentrada e tenho a ambição dentro de mim, mas parece-me vago, pouco. E acho que não vai acabar como para o que eu estou a lutar.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

I'm no Super(wo)man



I'm no superwoman, but i think i'm not that bad of a person either.
I also think that i don't deserve what has been thrown to my face these last days.
I am doing the best i can, and i hope it's enough.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

Never take someone for granted

"Hold every person that really matters close to your heart because you might wake up one day and realize that you've lost a diamond while you were collecting stones." 

quinta-feira, julho 21

30 anos


Por daqui a 30 anos procurem por mim.
Já tenho planeado. Vou abrir umInstituição Particular de Solidariedade Social. Vai ser um orfanato sem o título de orfanato. Vai ser um sítio onde elas se sentirão protegidas e amadas, com comida na mesa, água nas torneiras, roupa no armário, brinquedos no chão, sol nas janelas, flores nos canteiros, ajuda nas pessoas e amor em todas as almas.
Durante 30 anos trabalharei poupando sempre 20% dos meus ganhos para esta causa (se tudo correr bem, terei poupado cerca de 196 320€). De uma forma ou de outra vou conseguir. Vou estar à frente de uma casa cuja única preocupação é o bem-estar de todos os que aparecerem à porta.
Preciso de uma equipa de confiança. Preciso de uma equipa empenhada. Preciso de uma equipa de sonho.
Vou arranjá-la, vou suceder!

A Directora,
*Bea

terça-feira, julho 19

Mindblowing

"He trapped my hand against his chest and yanked my sleeve down past my wrist, covering my hand with it. Just as quickly, he did the same thing with the other sleeve. He held my shirt by the cuffs, my hands captured. My mouth opened in protest.
Reeling the closer, he didn’t stop until I was directly in front of him. Suddenly he lifted me onto the counter. My face was level with his. He fixed me with a dark, inviting smile. And that’s when I realized this moment had been dancing around the edge of my fantasies for several days now.
― Take off your hat – I said, the words tumbling out before I could stop them.
He slid it around, the brim facing backward.
I scooted to the edge of the counter, my legs dangling one on either side of him. Something inside of me was telling me to stop – but I swept that voice to the far back of my mind.
He spread his hands on the counter, just outside my hips. Tilting his head to one side, he moved closer. His scent, which was all damp dark earth, overwhelmed me.
I inhaled two sharp breaths. No. This wasn’t right. Not this, not with Patch. He was frightening. In a good way, yes. But also in a bad way. A very bad way.
― You should go – I breathed. – You should definetly go.
― Go here? – His mouth was on my shoulder. – Or here? – It moved up my neck.
My brain couldn’t process one logical thought. Patch’s mouth was roaming north, up over my haw, gently sucking at my skin…
― My legs are falling asleep – I blurted. It wasn’t a total lie. I was experiencing tingling sensations all through my body, legs included.
― I could solve that. – Patch’s hands closed on my hips."


Estou rendida, preciso do livro, AGORA!


*Bea

Hoje comi Canja


Verão
- Calor
- Sol
- Praia
- Gelado
- Férias
- Ventoinha
- Calções

Aqui não se encontram as palavras "Canja", "quentinho agradável no estômago depois da canja", "mantinha", "casaco" ou ainda "estudar". E o que irrita mesmo é que a canja soube de facto bem. Está um gelo lá fora e a sopa quentinha cai mesmo bem.
Porque é que tem de ser tudo tão injusto? Eu quero um Verão como deve ser, sem exames, sem frio nem vento, sem complicações!


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

segunda-feira, julho 18

Criei um Tumblr

Foi para experimentar. Foi para ver qual a graça daquilo. Nunca tinha mexido naquela coisa. Mas é giro, é engraçado, e passei lá um bom bocado. É mais leve que o Blogger, dá para lá pôr as coisas só por pôr. Aqui prefiro reflectir antes de publicar, mas lá, o que sai é o que fica. Gostei :)

Sejam meus followers, pleaseee:

http://elefantepretocombolachamaria.tumblr.com/


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)