quarta-feira, agosto 31

PIMBA

Afinal nem foi preciso o 3/3!
Fui hoje mesmo contratada como Vendedora da secção de Fitness da Decathlon Montijo.
Agora já sabem, quem quiser calções, t-shirts, pesos, passadeiras, halteres, bicicletas de ginásio é falar comigo! :D

Bastantemente realizada,

*Bea

2/3

Segunda entrevista done, nicely done.
Falta a terceira, a finalíssima terceira!

segunda-feira, agosto 29

You are the moonlight of my life every night





I text a postcard, sent to you
Did it go through?
Sending all my love to you
You are the moonlight of my life every night
Giving all my love to you
My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
I'm sending all my love to you

With every breath that I am worth
Here on Earth
I'm sending all my love to you
So if you dare to second guess
You can rest assured
That all my love's for you

My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
I'm sending all my love to you

My beating heart belongs to you
I walked for miles til I found you
I'm here to honor you
If I lose everything in the fire
Did I ever make it through?

domingo, agosto 28

Deadgirl (2008)



Pior filme de sempre.
Deadgirl devia enquadrar-se na categoria de Terror, mas a mim cheira-me a Nojo.

A história retrata dois rapazes adolescentes revoltados com o mundo que eles conhecem, incapazes de se adaptar à hierarquia que se impõe no liceu. Um dia baldam-se às aulas e vão passar o dia num manicómio abandonado. Lá dentro, na cave, descobrem uma mulher que não morre presa numa maca com amarras e correntes. E é aqui que a parte de nojo entra. Ela está porca e imunda devido aos anos que deve estar ali presa sem tomar banho e à inevitável passagem do tempo - ela estava a apodrecer. Um dos rapazes não se deixa impressionar com o que vê e resolve aproveitar-se da condição da rapariga para afogar as suas mágoas. Como? Sexo. Não só para ele como para vários dos seus amigos. Usam a rapariga presa para descontar toda a sua frustração sexual. Entretanto a rapariga dos sonhos do outro descobre o que estão a fazer, mas é mordida pela zombie e transforma-se também ela numa imortal.No fim, o rapaz que tentou salvar a zombie é o único que sobrevive. Como a rapariga dos seus sonhos recusou o seu amor, ele vinga-se nela da mesma forma que os outros faziam com a zombie.

Este filme é péssimo. Desaconselho vivamente.
A única coisa mais interessante nele é como ilustra a verdadeira natureza de alguns quando as regras da moral e da ética não se aplicam. Ali estavam no seu próprio espaço. Libertos de entidades de autoridade, de restrições, de "poder" ou de "dever" fazer algo. Ninguém sabia o que faziam ou o que acontecia. Quem sabia não ia contar, por isso podiam gerar todo um universo sem as leis a que estavam sujeitos no dia-a-dia.
A moral e a ética por alguma razão existem e por alguma razão regem a nossa actividade social. Devemos respeitar todos à nossa volta, mortos-vivos ou não.

Completamente enojada,

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)


sábado, agosto 27

quarta-feira, agosto 24

Das tardes bem passadas


Não é preciso muito:

Com um bom livro para matar as horas mortas da viagem, um ganho a segurar o cabelo e de vestido de Verão apanha-se o barco e o comboio.
Chega-se ao destino com a nossa companhia para a tarde à espera à saída do comboio com um sorriso na cara e fones nos ouvidos.
Anda-se pelas ruas completamente perdidos.
Inventa-se histórias acerca de castelos assombrados à beira-mar.
Vai-se visitar tais castelos e encontra-se um cantinho sossegado numa praia pacata.
Vê-se o sol no seu auge e vê-se o sol a aterrar.

Com sol qb, vento a cortar o calor e nuvens a providenciar sombra, as horas passam sem serem notadas.
Na realidade, as condições não importavam. O que dita uma boa tarde é a companhia. As gargalhadas e as conversas non-sense (para quem não estava dentro do assunto) são o resultado da boa interacção.

Without a care in the world. Já fazia falta um tempinho assim, completamente aleatório, sem falar do normal nem do ordinário. Sabe bem reencontrar quem há muito não vemos nem falamos. Eles não sabem dos nossos problemas ou do que se está a passar e que nos incomoda, por isso não falam nem nos lembram disso. Fala-se de tudo e de nada, de coisas sem importância alguma, mas que trazem uma felicidade indescritível. Pode-se contar tudo que eles não julgam nem sentem pena. Apenas ouvem e riem. Levanta-nos o espírito.

De espírito levantado,

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

domingo, agosto 21

The Rise of the Planet of the Apes


CONTÉM SPOILERS.

Este foi, de longe, o melhor filme alguma vez feito. Arrepiou-me incessantemente. Tinha pausas nos momentos certos que permitiam a reflexão. 
Não só excelente no que toca a efeitos especiais, como pertinente tendo em conta que estamos na era da investigação científica. Há que saber os limites. Há que reconhecer que o código de ética existe por uma razão. 


A brutalidade inerente a alguém é poderosa [associação à cena em que Cesar se tenta integrar entre os outros macacos].
Desde o primórdio dos tempos que somos guiados pela força bruta. Era como conseguíamos alimento e nos mantínhamos seguros. Forma de nos mostrar superior, de nos rotular capazes de fornecer segurança e manter a ordem entre os nossos pares. Ainda hoje, inconscientemente, damos por nós a tentar estabilizar arrufos mostrando-nos mais fortes ou entrando em lutas de modo a mostrar "quem manda ali".
Se não for controlada iremos acabar por nos encontrar num rota contrária à pretendida: o objectivo é avançar, mas utilizando métodos primitivos acabaremos por regredir.
No filme somos deparados com esta realidade. O macaco-mor ali do centro de controlo de primatas mostra-se superior a Cesar lutando contra ele assim que ele lá chega. Quem é novo, estranho a um lugar nosso é considerado ameaça. Tentamos eliminar a ameaça.


O rancor por detrás de cada acção é corrosivo [associação à cena em que Koba decide não ajudar Jacobs].
Seres sociais, vemo-nos várias vezes confrontados por situações que nos desiludem. Ficamos desiludidos de tal forma que guardamos rancor, rancor esse que é o veneno que corrói a pessoa que o carrega. Perdemos o discernimento e procuramos vingança acima de tudo. Não nos damos por satisfeitos com uma vingança fria, queremos dor, sofrimento. Somos seres vis, ainda sem grande controlo sobre as emoções; por vezes perdemos para o irracional.
Brilhantemente ilustrado no filme, o rancor é notório na pausa que Koba faz antes de rejeitar o pedido de ajuda que Jacobs tanto implora. O macaco utilizou todo o sofrimento que lhe fora causado por tantos outros investigadores no passado e descontou tudo no último que se aproveitou dele. Não só não deu a mão a Jacobs, como também empurrou o helicóptero, entregando o investigador à morte certa.


A inteligência molda os instintos primitivos, comandando tudo.
A "inteligência" nada mais é que a capacidade de cada um organizar e controlar emoções primárias. A inteligência passa por impor limites ao que nos move, reconhecer o bastante e cessar fogo assim que atingirmos objectivos. Impulsos, estímulos todos nós temos: recordações do passado, provocações do presente, desafios do futuro. O que distingue cada um de nós é a nossa capacidade de lidar com toda essa força que sentimos pulsar nas veias.
Rupert Wyatt deu vida a uma enorme lição de vida: já no fim, Cesar inicia a sua fuga. Planeia cuidadosamente cada passo. Lidera todos os outros macacos de modo a serem seus aliados. Ensina-lhes tudo o que sabe. Inicia a fuga. Ao encontrar obstáculos pelo caminho, destrói-os. Os humanos tentam travá-lo. Os seus companheiros têm o impulso de matar quem se opõe a eles. Mas Cesar impede-os. Embora inteligentes, conscientes de um saber imenso, falta-lhes sensibilidade e valores. Não obstante, Cesar cresceu rodeado de afecto e sabe distinguir o bem do mal. Não causou mais destruição do que a necessária de modo a atingir o seu fim.
Cesar é a personificação da inteligência. Tinha limites, auto-controlo. Motivado pelo rancor, dotado de uma força física imensa, capaz de uma destruição em massa, poupou vidas e o planeta.


A incúria de um é a sentença de milhões.
O desleixo de uma só pessoa pode causar um desastre massivo. Neste caso, o facto de Franklin não utilizar máscara e ter sido contaminado com a substância, levou à contaminação mundial. Pouco a pouco foi sendo espalhada e cobriu os continentes e oceanos. Embora seja um caso exagerado, serve de lição para demasiadas coisas no nosso quotidiano que fazemos com menos cuidado ou atenção.


Será a alma exclusiva?
O filme trouxe-me ainda a questão que paira sempre por aí.
Alma. Temos? O que é?
No filme somos deparados com o Cesar a fechar os olhos de Buck quando este morre. "De acordo com a tradição mística judaica, a pessoa quando morre encontra-se com o Criador. E seria indecoroso contemplar a Presença Divina ao mesmo tempo em que se observa as coisas mundanas. Fechando os olhos do falecido para o mundo físico, permitimos que ele os abra para a paz do mundo espiritual."
Será a alma algo idealizado por nós, pela consciência? Ou estará a alma codificada por genes? Se, no futuro, vier-se a descobrir tal droga, será ela capaz de fornecer valores, consciência? Ou será que animais também têm tais elementos em si e nós é que não o vemos?
Se virmos bem, o Cesar foi o único que realizou tal ritual. Isto porque foi criado com humanos. Aprendeu valores dos humanos. Talvez tenha sido apenas uma demonstração do que aprendeu. Mas sabe-me a mais. Só não sei é a que mais me sabe. Fica a questão em aberto...


A inteligência é a nossa mais poderosa arma. É vantajoso crescer num meio que nos direccione para e nos ensine o bem. A partir daí temos de ser líderes de nós mesmos, sabendo quando parar e quando insistir. As coisas acontecerão como quisermos, quando quisermos e porque quisemos que assim acontecesse. With great power comes great responsibility. And I rest my case.



*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)



sexta-feira, agosto 19

Propósito

Quão patético é o ser humano.
Qual o nosso propósito?
Temos consciência, livre-arbítrio, liberdade, tempo, vontade, capacidade. O que nos impede?
Porque é que, dia após dia, há quem se sujeite a trabalhar horas a fio e ver tão pouca recompensa?
Fomos feitos para isto? Temos anos e anos de educação, "treino", para nos enfiarmos num cubículo?
Estaremos condenados a nascer, viver morrer? Estaremos condenados à rotina? Será que fomos postos neste mundo para vivermos um quotidiano calmo, certo, organizado, estruturado?

Não estaremos antes destinados a aproveitar?
Qual a maior alegria de sempre?
O que te faz brilhar por dentro? O que te faz sentir especial?
Amor.

Para encontrar amor, temos de procurar.
Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba. Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba. Procuramos, encontramos, aproveitamos, acaba.  Visto por fora, tudos isto parece muito, como dizer?, patético, tendo em conta que a maior parte dos relacionamentos que iniciamos vão acabar rapidamente.
Mas continuamos a fazê-lo. Porque nos aquece a alma. Porque nos faz sentido. A nossa existência passa a fazer sentido.

Mas não será isto colocar a meta muito em baixo?
Qual o maior reconhecimento de sempre?
O que te realiza? O que te faz sentir especial?
Conhecimento.

Sendo nós, até agora, a raça mais avançada do planeta, com todas as poderosas ferramentas a nossas mãos, temos o dever de avançar em investigação, saciar o desejo de nova informação.
Somos seres curiosos, insatisfeitos por natureza. Temos a ambição de saber sempre mais. Temos o direito e o dever de descobrir todas as maravilhas que nos são oferecidas e que não utilizamos, talvez por desconhecimento, talvez por esquecimento.

Arrisco-me a dizer que estamos destinados a desvendar os mistérios que nos rodeiam. Para isso temos de desligar de muita coisa que tomamos como certas, como verdades irrefutáveis, e temos de começar a questionar tudo.

Todos temos emoções, desejos, crenças.
A vida é isso mesmo. Ampliar as emoções, Alimentar os desejos e Honrar as crenças.
Temos tudo a nosso dispôr.
Somos donos do Mundo se, e muita atenção ao se, soubermos partilhar.

Nunca esqueçamos que não estamos aqui sozinhos. Existe mais gente à nossa volta. O Mundo é NOSSO, não meu, nosso.



*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

quinta-feira, agosto 18

Pessoa? Pessoa.



Uma pessoa, alguém, não importa quem, é o que vemos e não vemos. É matéria e é essência. É alma e é vida. Gorda, magra, bonita, feia são palavras que não a descrevem. Não há palavras que a descrevam. Porque a pessoa é pessoa. Misto de tudo e de nada, de certezas e confusões, de alegrias e mágoas. 
A pessoa é. Simplesmente é. 
Existe. É complexa a todos os níveis. 
Nunca chegamos a conhecê-la. 
Na verdade, nunca chegamos a conhecer-nos.
Não por falta de tempo. Temos tempo. Temos muito tempo para o fazer. Só não sabemos organizá-lo. Concentramo-lo no que é acessório e apressamos o que é essencial. 

Temos de aprender a desaprender. 
Temos de reorganizar as coisas à nossa maneira. 
Afinal, quem vive a tua vida? Tu ou "regras"? Elas orientam-te, mas não te ditam o caminho. Tu é o que o constróis.

*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

segunda-feira, agosto 8

Serra de Sintra


Quantos segredos estão por lá guardados.. A Serra tem o místico poder de trazer para fora o eu mais verdadeiro de cada um de nós. Deve ser do verde. Deve ser do isolamento. Deve ser de nos afastarmos de tudo o que é rotina, de tudo o que acontece diariamente. Deve ser de, por pouco tempo que seja, termos tempo para nós. Para nos descobrirmos. Não só em termos de resistência física, mas também de como somos capazes de resolver conflitos pessoais, de como estamos connosco mesmos. Na Serra temos tempo para o silêncio e auto-descoberta. Como nos sentimos quando estamos sozinhos com os nossos pensamentos? Em que pensamos sem um telemóvel sempre a vibrar?
Neste mesmo registo, hoje vi uma nova faceta de quem me é muito querido. Sabia que se amavam. Aliás, sei que se amam. Mas nunca vi grandes demonstrações de afecto, pelo menos à minha frente, pelo que cada e qualquer momento se torna delicioso e especial.
Hoje, na Serra de Sintra, mais precisamente no Castelo dos Mouros, ia o avô lá para a frente a desbravar mato nunca antes navegado e eu mais a avó cá atrás a lutar contra a perna cansada, que já tantos anos andou sem nunca reclamar, e agora começava a sentir os efeitos da subida. Larguei a mão da avó por breves instantes para mostrar à minha acompanhante algo que tinha avistado no horizonte, e eis que volto a olhar para o avô. À minha frente vejo-os aos dois, avô e avó de mão dada a avançar naqueles trilhos sinuosos, um a ajudar, outro a estimar a ajuda.
São estes pequenos tesourinhos que ficam gravados na memória.
Avó e Avô, ano após ano, amor sem fim. É de os ver e de os ter como exemplo que sei que o Amor não é algo fictício, algo que inventamos para nos sentirmos num conto de fadas. O conto de fadas é possível, ele existe. Ele ou ela, depende de quem lê, está por aí.
Para eles bastou um bailarico da aldeia para se encontrarem e saberem que pertencem juntos. O Amor está aí ao virar da esquina. Larga o passado e abre a mente para o futuro.
Eu tenho mesmo a meu lado a prova viva de que nada é impossível, tudo tem um final feliz.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

terça-feira, agosto 2

Look left. Look right. Now decide.


O passado é reconfortante.
É um desafio já ultrapassado.
É uma zona de conforto.
É seguro.

 Lutámos e desbravámos mil mundos para atingir um certo objectivo, mas chegámos lá. Chegámos e gostámos do que lá encontramos. Devido a infortúnios, ou ao puro Fado, tivemos de deixar essa sensação agradável de termos uma rede de segurança debaixo de nós e fomos obrigados a partir novamente à aventura no desconhecido. Vimo-nos de novo inseguros, no escuro, sem certezas, sem saber o que se aproximava.
O nosso sentido de sobrevivência diz-nos para sairmos dessa insegurança, desse perigo e voltarmos para o que é conhecido, para o que sabemos ser certo e seguro.
Muitas vezes é o que fazemos. Voltamos para a nossa concha e lá ficamos escondidos do Mundo.
Mas lá escondidos, somos invisíveis. Não temos a capacidade de desenhar o nosso futuro. Escolhemos estagnar.

Eu não quero estagnar. Por muito que o Passado me pareça simpático, confortável e seguro, vou continuar a desbravar esta selva, perdida, assustada, com esperança de encontrar.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)

Das pessoas sem noção


É engraçado como há quem tenha de pisar publicamente os outros para se sentir bem.
É engraçado como isto as faz sentir superiores, melhores.

Pois para mim, superior e melhor é a pessoa que não responde sequer às provocações. Quem olha a atacante nos olhos enquanto ela grita e diz trinta por uma linha, acena como se concordasse e quando a gritaria acaba simplesmente olha para o lado e continua a fazer o que estava a fazer antes da cena.

Isso sim mostra valores, isso sim mostra que se é superior. Porque quem precisa de bradar aos sete ventos mentiras acerca de outrem não merece sequer o esforço. Não merece que tentemos explicar. Não merece o fôlego que perderíamos.

Quem nos tenta rebaixar está a tentar (numa tentativa já à partida falhada) superar-nos. Não é trazendo a meta para baixo que vais chegar lá mais cedo. Só vais atingir e ultrapassar a fasquía que eu lá pus com afinco.


*Bea

(ROUBAR É FEIO. NÃO ROUBEM O QUE É MEU POR FAVOR)